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Prof. Nelio

Uma trajetória na biologia e na educação

O professor Nelio Bizzo formou-se no curso de Licenciatura e Bacharelado em Ciências Biológicas no Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo, onde realizou seu mestrado (1984), no mesmo IB-USP. Trabalhou como professor em diversas escolas públicas e privadas até ingressar na USP como docente. Foi aluno de doutorado da Universidade de Liverpool, na Inglaterra, que o credenciou junto à Universidade de Cambridge para ter acesso aos manuscritos e biblioteca pessoal de Charles Darwin, em 1990. Regressou ao Brasil no ano seguinte, onde defendeu seu doutorado, na FEUSP, em  dezembro de 1991. A tese foi publicada na forma de artigos em revistas especializadas, no Brasil e nos Estados Unidos, e também na forma de livro paradidático para estudantes adolescentes, pela editora Ática, No ano seguinte recebeu uma bolsa de pós-doutorado da CAPES, para estudos junto à Universidade de Leeds, na Inglaterra. Regressou no ano seguinte, apresentando uma tese para o concurso de Livre-Docência, intitulada “Meninos do Brasil: Ideias de Reprodução, Eugenia e Cidadania na Escola”. A tese foi publicada na forma de artigos em revistas especializadas e ganhou a forma de livro para professores de Biologia em 2013, mantendo o nome original da tese, publicado pela Editora do Brasil.

O professor Nelio Bizzo foi um dos fundadores da Associação Brasileira de Pesquisa em Educação para a Ciência (ABRAPEC), da Rede Nacional de Ciência para Educação, tendo sido eleito membro de seu primeiro Conselho de Administração, e reconduzido ao fim do primeiro mandato,  da Associação Brasileira de Filosofia e História da Biologia (ABFHiB) e da Sociedade Brasileira de Ensino de Biologia (SBEnBio), da qual foi seu primeiro presidente e eleito sócio-emérito.

Foi ainda eleito vice-presidente e presidente da International Organization for Science and Technology Education (IOSTE). Foi eleito Fellow da Royal Society of Biology de Londres.

Foi indicado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) para o Conselho Nacional de Educação (CNE), tendo sido designado para a Câmara de Educação Básica, da qual foi eleito vice-presidente em dois mandatos consecutivos. Como professor da educação básica, foi premiado pela Fundação Brasileira para o Desenvolvimento do Ensino de Ciências (FUNBEC, 1985). Como docente universitário recebeu o Prêmio Abril de Jornalismo (1991), o Prêmio José Reis de Divulgação Científica (1998) e o Prêmio Jabuti, em três oportunidades (como autor de um dos dez melhores livros didáticos em 2006, como autor de um capítulo de livro em 2010, e em 2016, com o terceiro lugar na categoria Melhor Livro de Ciências da Natureza Meio Ambiente, com um capítulo no livro Energia e Matéria, da Ed. da Física).Foi selecionado como perito na força-tarefa de Capacity-Building da Intergovernmental Science-Policy Platform on Biodiversity and Ecosystem Services (IPBES), órgão ligado  à ONU com sede em Bonn (Alemanha), coordenando o grupo de materiais didáticos para educação em biodiversidade, entre 2014 e 2019.

O professor Nelio Bizzo foi Visiting Professor da Università degli studi di Verona e Pádua, é pesquisador IA do Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq), e é professor Titular Sênior (MS6) de metodologia de ensino de biologia na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), onde ministra aulas na pós-graduação. A partir de Outubro de 2019 o professor Bizzo é Professor Adjunto do Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), campus de Diadema, ministrando aulas na graduação e na pós-graduação (PECMA). Em 2020, foi selecionado em edital público como professor colaborador do curso de pós-graduação da Universidade Federal do ABC (UFABC), no Programa de Ensino e História da Ciência e da Matemática (PEHCM).

O professor Bizzo é Pesquisador 1A do CNPq (2021-2026) e coordenador científico do projeto temático Biota-Educação da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP, 2018-2023).

As grandes editoras fazem questão de grafar seu nome com acento, e essa é a forma que ele adota como autor de livros para o grande público, mantendo a grafia original em publicações acadêmicas.

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